Direito Trabalhista · Vínculo Empregatício

Trabalhou como PJ, MEI ou sem registro? Você pode ter vínculo de emprego reconhecido.

Para a Justiça, o que vale não é o papel que você assinou, e sim como o trabalho realmente acontecia. Havendo subordinação, pode existir vínculo — e direitos retroativos.

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Entenda seus direitos

O que é o reconhecimento de vínculo?

A CLT define que existe relação de emprego quando o trabalho é prestado por pessoa física, de forma pessoal, não eventual, com subordinação e mediante salário. Presentes esses requisitos, há vínculo — não importa o nome dado ao contrato.

É o princípio da primazia da realidade: a Justiça do Trabalho enxerga os fatos, não a fachada. Contratos de PJ, MEI ou “autônomo” usados para mascarar um emprego podem ser desconsiderados.

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Você pode ter direito

se passou por situações como:

  • Trabalhou como PJ, mas com chefe, horário e metas
  • Foi obrigado a abrir MEI para ser contratado
  • Era “autônomo”, mas atendia só uma empresa
  • Cooperado ou freelancer com exclusividade
  • Prestou serviço sem registro em carteira
  • Recebia pró-labore no lugar de salário

Seus direitos garantidos

O que você pode receber

Reconhecido o vínculo, a empresa passa a dever tudo o que deixou de pagar no período:

Simples e sem burocracia

Como funciona

01

Etapa 01

Análise do seu caso

Você conta como era o trabalho pelo WhatsApp. Avaliamos, de graça e com sigilo, se há vínculo a reconhecer.

02

Etapa 02

Reunião de provas

Mensagens, e-mails, crachá, holerites e testemunhas: mostramos o que comprova a relação de emprego.

03

Etapa 03

Ação na Justiça do Trabalho

Ingressamos com o pedido de reconhecimento e cobramos as verbas devidas.

Transparência com você

Quando NÃO há vínculo de emprego

Autônomo de verdade, sem subordinação a ninguém

Prestador com vários clientes e real independência

Sócio efetivo, que participa dos lucros e das decisões

Estagiário dentro da Lei 11.788

Trabalho eventual e esporádico, sem habitualidade

Cooperativa legítima, sem fraude

Cada caso é único. Antes de decidir, fale com um advogado — só a análise dos fatos dirá se há vínculo.

Tirar minha dúvida agora
Juan Carvalho, Sócio Fundador · Advogado Trabalhista

Quem vai cuidar do seu caso

Juan Carvalho

Sócio Fundador · Advogado Trabalhista

  • Graduado em Direito pela PUC Minas (Faculdade Mineira de Direito)
  • Pós-graduado em Direito do Trabalho pela ESA/MG
  • Pós-graduado em Direito Tributário pela Milton Campos
  • Especialista em Mediação e Arbitragem

Atendimento em todo o Brasil

Defendemos seus direitos em qualquer cidade do país.

Com atendimento 100% online, você fala com o advogado de onde estiver — com a estrutura e a experiência de um escritório com mais de 15+ anos de atuação, sediado em Belo Horizonte/MG e Uberlândia/MG.

Mapa do Brasil — atendimento em todo o país
Belo Horizonte · MG

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas sobre reconhecimento de vínculo

Sim. Respeitado o prazo legal, é possível pedir o reconhecimento e cobrar as verbas dos últimos 5 anos da relação.

Não. Pela primazia da realidade, o que vale é como o trabalho acontecia. Um contrato de PJ usado para mascarar emprego pode ser desconsiderado.

Após o fim da relação, você tem 2 anos para ajuizar, podendo cobrar verbas dos 5 anos anteriores.

Mensagens, e-mails, escalas, crachá, comprovantes de pagamento e, principalmente, testemunhas. O depoimento testemunhal costuma ser decisivo.

Provavelmente sim. A “pejotização” forçada para esconder um emprego é justamente o que a Justiça do Trabalho combate.

Sim. E se houver retaliação após o processo, isso pode gerar indenização adicional.

O escritório trabalha com honorários no êxito. Se não houver êxito, você não paga nada.

Não. O atendimento é 100% online em todo o Brasil, com sedes em Belo Horizonte e Uberlândia/MG.

Prova social

O que dizem nossos clientes

4.9 · 120+ avaliações no Google
Trabalhei 6 anos como PJ, mas tinha chefe e horário. Reconheceram meu vínculo e recebi FGTS, férias e 13º atrasados.
FFernanda R.Belo Horizonte/MG
Fui obrigado a abrir MEI. Achava que não tinha saída. Hoje meu período está registrado e recebi o que era meu.
RRodrigo M.Uberlândia/MG
Quatro anos sem carteira assinada. Com as provas certas, ganhei o reconhecimento do vínculo.
JJuliana A.Contagem/MG
Era “cooperado”, mas só trabalhava para uma empresa. A Justiça enxergou a realidade.
CCarlos E.Betim/MG
Três anos como autônoma com horário fixo. Agora tenho INSS retroativo contando para a aposentadoria.
PPriscila T.Sete Lagoas/MG
Reuni provas de WhatsApp e e-mail. Atendimento online, sério e sem enrolação.
AAndré B.Belo Horizonte/MG
Trabalhei 6 anos como PJ, mas tinha chefe e horário. Reconheceram meu vínculo e recebi FGTS, férias e 13º atrasados.
FFernanda R.Belo Horizonte/MG
Fui obrigado a abrir MEI. Achava que não tinha saída. Hoje meu período está registrado e recebi o que era meu.
RRodrigo M.Uberlândia/MG
Quatro anos sem carteira assinada. Com as provas certas, ganhei o reconhecimento do vínculo.
JJuliana A.Contagem/MG
Era “cooperado”, mas só trabalhava para uma empresa. A Justiça enxergou a realidade.
CCarlos E.Betim/MG
Três anos como autônoma com horário fixo. Agora tenho INSS retroativo contando para a aposentadoria.
PPriscila T.Sete Lagoas/MG
Reuni provas de WhatsApp e e-mail. Atendimento online, sério e sem enrolação.
AAndré B.Belo Horizonte/MG

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